domingo, 25 de janeiro de 2009

Rimas de poetas virtuais publicados na Usina de letras.

Aqui no nosso país
A beleza da mulher
É do corpo que tiver
Não importa se atriz,
Ou mesmo uma meretriz,
logo aparece um dono,
às vezes ganha um trono.
Todo brasileiro quer.
Sem umas curvas, mulher
E estrada reta dão sono.

Já é da nossa cultura
Vê na bunda da mulher
Seu verdadeiro mister.
Porque é pela cintura
Que se avalia a criatura
Nada a deixa no abandono
Sempre haverá patrono.
Dele faz o que quiser
Sem umas curvas, mulher
E estrada reta dão sono.

Porém em outras culturas
Os peitos são o cartão,
Que pra ela status dão
pra leva-la às alturas
e passar-lhe escrituras.
No Brasil foi o colono
Quem lhe deu este entono.
Bonita onde estiver.
Sem umas curvas, mulher
E estrada reta dão sono.

HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
PACOTI, JANEIRO/2009
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Ultimamente tem chovido
Muito em Minas Gerais
Também no Rio de Janeiro
Surgiram grandes temporais
Lá em Santa Catarina
Dezenas de vítimas fatais.

Aqui no Espírito Santo
Trombas d`água sem piedade
Destruiram muitas lavouras
Inundaram muita cidade
Agora, nas feiras aparecem
Produtos de má qualidade.

Maracujá tá enrugando
Pepino já amarelou
Até o amargo do jiló
Parece que se alterou
Mas os preços, meus leitores,
So isso mesmo aumentou.

A rapadura ficou molenga
Até banguelo tá mordendo
A mandioca endureceu
Ouvi uma mulher dizendo
Subiu até o famoso fumo
Vi uma velha esclarecendo.

Os tomates, com anemia
As bananas diminuiram
Prata, ouro ou nanica
As " da terra " já sumiram
O jeito foi pegar pequenas
Que as feirantes dividiram!

Tinha uma mulher vendendo
Na companhia do marido
Um fruto de nome caqui
Em todo lugar, conhecido
O marido vendia mandioca
Tava um caso divertido!

Enquanto ele gritava:
" Mandioca boa do sertão "
A mulher pegava no troço
E gritava em alto tom:
" A mandioca tá bem grossa
Mas só caqui que é muito bom!!! "

Pedrinho Goltara

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